A cidade de São Francisco de Assis!

Eu amei Assis. Achei tudo limpo, muito lindo…com uma vista realmente de tirar o fôlego. Caminhar até a catedral é uma experiência por si só.Não é só chegar — é ir percebendo o caminho, a subida, o silêncio, as construções… tudo vai te preparando. Existe ali uma mistura muito presente de crença, arte e religião no mesmo espaço, sem separação.Nada parece forçado. É como se você estivesse vivendo dentro de outra época.Um ambiente mais clássico, mais histórico… onde o tempo parece andar em outro ritmo. Nem tudo foi perfeito — e isso fez parte. Passamos nossos perrengues…e foi aí que começaram as descobertas reais. Eu não sabia, por exemplo, que existe lasanha de carne de porco,e que muitos restaurantes trabalham basicamente com base suína. Isso muda totalmente a expectativa de quem chega achando que vai encontrar sempre as mesmas coisas. Ali eu entendi, na prática, que a comida acompanha a cultura local —não é feita para se adaptar ao turista. Outra coisa que me chamou atenção foi o comportamento das pessoas. Eles levam a vida mais leve. Não parece existir essa urgência constante.Eles não tentam resolver tudo ao mesmo tempo. Existe uma valorização muito maior do presente —do momento, da comida, da conversa, do lugar. E isso acaba influenciando completamente a forma como você vive a experiência ali.Passei por uma sorveteria que parecia mais um espaço de arte do que um lugar para comer.As paredes, os detalhes, as pinturas…tinham uma estética que lembrava algo renascentista.Era o tipo de lugar que você entra e fica olhando em volta antes mesmo de pedir qualquer coisa.Depois, fomos para uma pizzaria que eu voltaria facilmente.Me serviram um vinho da casa — simples, mas muito bem feito.Daqueles que combinam com o ambiente e com o momento.E talvez o que mais me marcou foi isso:Você está andando na rua…e de repente encontra uma escadinha, meio escondida,que leva a um restaurante pequeno, cheio de personalidade.Nada chamativo.Nada óbvio. Mas exatamente por isso, memorável. Assis não tenta impressionar. Mas consegue. Sem esforço.
O castelo de Ana Bolena

Se existe um lugar que carrega história, tensão e mistério… é o Blickling Hall. E o motivo é um nome que ecoa até hoje:Ana Bolena. Acredita-se que Blickling Hall foi o local onde Ana Bolena nasceu, por volta de 1501.Filha de uma família influente, ela cresceu cercada por educação, cultura e ambição — algo raro para mulheres da época. Mas ninguém imaginava o caminho que ela iria trilhaEla foi uma mulher que mudou a Inglaterra Ana Bolena não foi só mais uma figura da corte.Ela foi o motivo pelo qual o rei Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica. Esse movimento levou à criação da Igreja Anglicana — uma mudança histórica que transformou a Inglaterra para sempre. Mas o poder sempre tem um preço a ser pago e o dela foi bem alto. Depois de se tornar rainha, Ana não conseguiu dar ao rei o herdeiro homem que ele tanto queria. E em um jogo político brutal, ela foi acusada de traição, adultério e até incesto. Foi presa… julgada… e executada em 1536. A lenda que atravessa séculos é que, todos os anos, no dia da sua execução,uma carruagem fantasma aparece em Blickling Hall. E dentro dela… Está Ana Bolena, segurando a própria cabeça. Uma história que mistura realidade e lenda e que mantém o castelo envolto em um ar de mistério até hoje. Para mim Blickling Hall não é só sombrio ou até mesmo majestoso ao mesmo tempo.
Um charme italiano: as pequenas lojas de jornal que ainda vivem nas ruas da Itália

Se você caminha pelas ruas da Itália, principalmente em cidades históricas ou bairros residenciais, provavelmente vai notar algo curioso: pequenas lojinhas espalhadas pelas calçadas cheias de jornais, revistas coloridas e pequenas curiosidades penduradas. Essas lojinhas se chamam “edicole” — as tradicionais bancas de jornal italianas. Elas fazem parte do cenário urbano há décadas e são quase um símbolo do cotidiano italiano. Imagine a cena:é manhã, as ruas começam a se movimentar, o cheiro de café espresso sai dos bares, alguém para para tomar um café rápido no balcão e depois passa na edicola da esquina para comprar o jornal do dia. Um gesto simples, mas muito típico da vida na Itália — café, jornal e o ritmo tranquilo das ruas. Mesmo com celulares, internet e redes sociais, essas bancas continuam fazendo parte do dia a dia italiano. Elas são pequenas, simples, mas carregam uma história enorme — de uma época em que as notícias chegavam pelas páginas de papel e cada esquina tinha seu próprio ponto de informação. Caminhar pela Itália e encontrar uma edicola é como encontrar um pedacinho vivo da cultura local. Algumas dessas bancas existem no mesmo lugar há mais de 50 anos, passando de geração em geração dentro da mesma família você sabia disso ?
How to Enjoy a Trip More: Travel Slower, Experience Deeper

Travel is not only about seeing new places it is about feeling them. In a world of fast itineraries and packed schedules, one of the best ways to enjoy a trip more is to slow down. Instead of trying to visit everything, choose a few meaningful experiences. Walk through local neighborhoods, sit in a café, talk to people, and observe the rhythm of the place. These moments often become the most memorable part of a trip. Traveling slower also reduces stress. You have more time to enjoy meals, appreciate details, and be present. It becomes less about checking places off a list and more about creating real memories. A good trip balances planning and spontaneity. Plan the essentials, but leave room for surprises. Some of the best experiences happen when you explore without pressure. Whether you are traveling far away or visiting a nearby city, the mindset matters. When you slow down, you notice more. And when you notice more, the journey becomes richer, lighter, and more meaningful.